Para quem é indicado
- Idosos que já caíram ou tiveram um "quase tombo"
- Quem anda com o tronco inclinado para frente e com passos curtos
- Dificuldade para levantar da cadeira, da cama ou do vaso sanitário
- Medo de andar sozinho, dentro ou fora de casa
- Perda de força nas pernas depois de um período parado ou internado
- Famílias que querem prevenir antes do primeiro tombo
Objetivos do tratamento
- Medir o risco de queda e acompanhar a evolução nas reavaliações
- Fortalecer pernas e tronco para dar firmeza ao caminhar
- Treinar equilíbrio e reações de proteção
- Corrigir a postura e o padrão de marcha, com passos mais longos e seguros
- Devolver a confiança para se movimentar com independência
Como tratamos pelo Método Renovare
Na maioria das vezes a queda não é acaso: vem da inatividade, da perda de força e de alterações musculares que mudam o jeito de caminhar. É comum o idoso andar com o tronco para frente e dar passos curtos; ele tropeça no próprio pé e o corpo é levado para frente. Pelo Método Renovare, combinamos fortalecimento, treino funcional e de equilíbrio com terapia manual para liberar as cadeias musculares que puxam a postura para frente.
Olha o corpo pelas cadeias musculares, para achar a origem de dores e posturas que se repetem.
Método Busquet
Mobilização articular graduada para devolver movimento e aliviar a dor nas articulações.
Conceito Maitland
Ativa a musculatura profunda que protege a coluna nas tarefas do dia a dia.
Estabilização segmentar
Força, equilíbrio e condicionamento com exercícios adaptados à casa e à idade.
Pilates e treino funcional
Como funciona o atendimento em casa
- 01ContatoA família chama no WhatsApp e combinamos o horário.
- 02Avaliação em casaMobilidade, força, equilíbrio e funcionalidade.
- 03Plano sob medidaPelo Método Renovare, com o objetivo de cada etapa.
- 04EvoluçãoSessões em casa e reavaliações ao longo do processo.
Dúvidas sobre prevenção de quedas
Fisioterapia ajuda a evitar quedas em idosos?
Sim. Exercícios de força, equilíbrio e marcha estão entre as formas mais eficazes de reduzir o risco de queda. Por isso o programa começa medindo esse risco e é reavaliado ao longo do tratamento.
Meu familiar já caiu. Ainda vale a pena?
Vale, e é justamente quando mais importa: depois de uma queda, o medo de cair de novo faz o idoso se mexer menos, perder força e ficar ainda mais vulnerável. O trabalho quebra esse ciclo.
Quantas vezes por semana?
Depende do risco e dos objetivos definidos na avaliação. A frequência é combinada com a família e ajustada conforme a evolução.
Mais respostas nas dúvidas frequentes.






